Category Archives: Cinema

Feijões Mágicos!

Alguém me explica como é que cera do ouvido pode saber a fluor?

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Tom Odell – Long Way Down

Não perdoo não terem incluído no filme a cena em que a Hazel se sai com este título para o anúncio de venda do baloiço:

“Lonely, Vaguely Pedophilic Swing Set Seeks the Butts of Children”.

Walking on the rooftops
Talking of times
With our eyes a glowing
Like the city lights
She stands on the ledge,
She says, ‘it looks so high’

You know it’s a..

Long way down
Feels like a long way down

So honey don’t leave, don’t leave,
Please don’t leave me now

Because I can feel the rivers
Winding through the lands
Two lines, and a poet
Like a kind old rye
You know we could talk in that language
Only we understand

But you know..

It’s a long way down
You know it’s a long way down

Love it feels like a long way down
So honey don’t leave, don’t leave,
Please don’t leave me now

A Gaiola Dourada

Se vos disserem que é um filme de emigrantes e para emigrantes, não acreditem. A Gaiola Dourada, do estreante Ruben Alves, é um filme descontraído e convida a uma reflexão acerca da nossa identidade enquanto portugueses. Quando vi a ante-estreia no Panazorean, saí da sala de cinema não só com um sorriso no rosto como com a convicção de que, por vezes, nos subestimamos.

Se tiverem oportunidade, não deixem de ir ver!

De onde vêm os bebés?

Depois de ver este filme, pus-me a pensar. Essa é uma das características que mais aprecio num filme, por-me a pensar acerca dele uma ou duas semanas depois de o ter visto.

Pensei que os filhos são fruto de sonhos que os pais partilharam um dia. E é desse acaso feliz, ou de um plano arrojado, que eles nascem. Não de um acto biológico ou de um laço de sangue, mas de um passo de magia e loucura ao mesmo tempo. E deve ser verdadeiramente fascinante ver o nosso pequeno sonho tornar-se numa pessoa, em algo real, que já não é nosso, já deixou de ser sonho a partir do momento em que começou a existir, mas que estará ligado a nós para sempre. Estranho e fascinante, não é?

Finalmente, apresentações

Finalmente vou apresentar a minha marca de cupcakes imaginária. Tendo em conta que tenho de condensar 10 minutos em horas e horas de trabalho, acho que vou parecer uma máquina de escrever barulhenta que nunca mais pára. Esperemos que não.

E para provar que não tenho razões para me queixar e que me diverti muito a imaginar a Kuko, aqui ficam os bloopers dos vídeos. =)