Atilho

Pensa como os outros pensam
Fala como os outros falam
Sê o que todos são
Cala-te quando eles se calam

Amarra a corda ao pescoço
Consente as verdades dos outros
Ignora o que queres ser
Vai-te esvaindo aos poucos

E ouve o que te dizem
Porque tu não sabes nada

Sê o espectro de outro alguém
Antes de seres seja o que for
Aprende a vida que não é tua
O teu corropio não tem valor

Pois o que a todos vos digo
É que o mundo me sufoca
Tira a vontade de ser
Ou de querer o que evoca

Estou cansada que me façam
A cama ao desconforto
Chega de ser marioneta
Ou um mero peso morto

Por que me foge a vontade?
E onde se escondem as ilusões?

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